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Febraec para empresas

FEBRAEC para Empresas

Publicado terça, 18 de julho de 2017, às 13:45
Execução – O Elo entre Estratégia e Resultado

A experiência tem demonstrado que uma das diferenças mais marcantes entre as empresas que realizam, que têm sucesso, e aquelas que se arrastam a passos lentos, expondo desempenhos medíocres mesmo em meio a mercados grávidos de oportunidades, está na disciplina para a execução dos planos estratégicos traçados.



Se é verdade que os mercados não andam nada fáceis, que as mudanças tanto de ordem econômica quanto tecnológica, cultural e social se mostram cada vez mais radicais, também é fato que a volta do crescimento se dará de forma muito gradual e em um contexto competitivo bastante agressivo e denso de riscos. E isto ao mesmo tempo que dificulta a execução, torna-a um dos mais importantes processos a serem tocados pela empresa.



Como nos lembra Ram Charan em mais um dos seus clássicos, Execution: The Discipline of Getting Things Done, (leitura obrigatória para todo e qualquer líder que se queira disciplinado) “a execução não apenas assegura a utilização eficiente dos recursos em um mundo faminto por crédito e caixa, como também proporciona o ciclo de feedback necessário para que o negócio se ajuste às mudanças – grandes ou pequenas – do mundo externo”.



Para o guru de Harvard, uma boa execução faz enorme diferença no desempenho da empresa, garantindo a sua sobrevivência nestes tempos difíceis, e melhorando significativamente as chances de sucesso mesmo que o ambiente continue mudando. E para tanto, há que se considerar três processos como essenciais: estratégia, pessoas e operações.



A estratégia precisa estar antenada com as mudanças em curso no ambiente de negócios tanto local, quanto nacional e global. Além, é claro, de atentar para questões cotidianas como o desenvolvimento de diferenciais competitivos, a otimização do uso dos recursos e o aprimoramento dos relacionamentos com os diferentes elos da cadeia produtiva em que a empresa se insere.



Ter as pessoas certas nos lugares certos exige que se definam papéis e obrigações em sintonia com os talentos, as competências individuais e as necessidades operacionais. Também é preciso desenvolver as lideranças, testando e avaliando cotidianamente sua capacidade de execução frente a desafios e circunstâncias.



E por fim, uma boa execução exige processos operacionais flexíveis, aptos a se adaptar ao novo. Também requer prestação regular de contas, metas claras, métodos precisos de mensuração de desempenhos e resultados. Neste ambiente mutante, a estratégia deixou de ser um norte preciso, requer análise e revisão constante. E à medida que a estratégia muda, o pessoal e as operações da empresa também devem mudar.



Portanto, como diziam os chineses antigos, que saibamos viver em tempos interessantes!


Publicado por Francílio Dourado
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