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Febraec para empresas

FEBRAEC para Empresas

Publicado terça, 27 de junho de 2017, às 09:25
Inovação como Estratégia Competitiva

Como criar uma cultura de inovação? Como crescer e permanecer à frente da concorrência? Como inovar para atender as necessidades dos clientes em um ambiente de constante mudança? Estas são questões estratégicas para as empresas contemporâneas.



A experiência tem demonstrado que a inovação aumenta a eficiência, evita desperdício de energia criativa e permite filtrar as ideias mais competitivas. Isto amplia as possibilidades de sucesso do planejamento. Ao adotar uma cultura pautada na inovação, a empresa impulsiona seu processo criativo, se condiciona para enfrentar de forma proativa as mudanças e motiva toda a equipe a ampliar suas competências. Inovar é fundamentalmente uma forma de comportamento concorrencial. Quando inovamos, competimos com alguém ou algo. Inovamos para sobreviver, inovamos para ocupar espaços, inovamos para vencer.



As nações competem para o crescimento do comércio, ampliação do poder econômico e da influência política global. As cidades competem de forma agressiva para atrair novos investimentos, novas empresas, mão-de-obra criativa, estimular o emprego e o crescimento econômico. As indústrias querem atrair clientes, talentos e tratamento favorável por parte do governo. As empresas querem ser mais competitivas, diferenciando-se no mercado. As unidades de negócios competem entre si pelos recursos orçamentais e humanos. Internamente, grupos rivalizam entre si competindo por resultados, bônus e benefícios. Como indivíduo, cada um compete consigo mesmo pela conquista de novos recordes, pela superação de desafios.



Cada ambiente exige um processo inovador específico. Governos podem criar e fortalecer políticas que possibilitem a construção de cenários onde o desenvolvimento sustentável seja factível. É preciso estar atento para identificar oportunidades, criar diretrizes para investimentos, coordenar parcerias e fomentar o desenvolvimento do talento humano. As cidades podem promover articulações criativas entre poder municipal, segmentos produtivos, órgãos de financiamento e universidades para desenvolver ações que motivem as pessoas a pensar de forma inovadora. Na indústria, empresas de um mesmo setor podem se unir e formar grupos para facilitar e coordenar programas que mantenham e ampliem a vitalidade de cada segmento. As práticas contumazes de lobby político podem dar lugar a uma abordagem coordenada pela partilha e transferência de tecnologia, bem como pela diversificação dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento.



A inovação como estratégia é uma habilidade, não uma dádiva.


Publicado por Francílio Dourado
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