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Desmistificando os Meios de Pagamentos

Publicado terça, 15 de maio de 2018, às 14:25
Desmistificando os Meios de Pagamentos

Em um dos meus artigos passados, escrevi sobre formas de pagamentos nos postos de combustíveis. Citei como exemplo um posto na cidade de Jundiaí recebe, como forma de pagamento, moedas virtuais - as chamadas bitcoins -, além das tradicionais formas como dinheiro, cheques e vales-combustíveis.



Para completar o assunto, o meu sócio e parceiro Eduardo Silva escreve abaixo sobre o assunto de outro ponto de vista:



“Com cerca de 30 anos de experiência atuando junto ao mercado financeiro tenho uma larga experiência para explicar a grande maioria dos produtos e serviços deste setor, dentre os quais destaco os meios de pagamentos.



Os meios de pagamentos podem ser definidos como qualquer forma de liquidação de uma transação: em mercadoria (escambo), em dinheiro (espécie) ou por meios digitais com cartões de débito ou crédito, foco deste artigo.



Segundo o Relatório de Vigilância do Sistema de Pagamentos Brasileiro, divulgado anualmente pelo Banco Central, cartões de crédito, débito e pré-pagos estão se tornando cada vez mais a primeira opção de pagamento de compras, com alta tendência de crescimento promovida pelas vendas por internet.



Além das emissoras de cartões de crédito, débito e pré-pagos, este mercado é composto pelas adquirentes, subadquirentes e gateways.



As adquirentes são geralmente vinculadas a instituições financeiras e podemos citar as mais conhecidas: Cielo (criada pelo Bradesco, BB, Nacional e Real em 1995), hoje a maior do mercado; seguida pela Rede criada pelo Citibank, Unibanco e Itaú, após o fim da Credicar; a GetNet pertencente ao Santander, a Stone do BTG Pactual e Banco Pan e ainda temos a norte americana Elavon. As adquirentes garantem suas remunerações pelas taxas cobradas transação a transação e pelo aluguel mensal de suas maquinetas, que pode chegar a R$ 100.



As subadquirentes são responsáveis por transportar os dados da transação ao adquirente e liquidar os recebíveis junto aos lojistas. Os serviços costumam ter baixo custo de implementação e uma fácil integração. As subadquirentes são ótimas opções, pois possuem parcerias com as maiores adquirentes, o que garante uma variedade maior de opções de pagamento aos clientes. Elas também têm um serviço completo, englobando todas as etapas do processo de pagamento, como gateway, mecanismo antifraude, entre outros, que nas adquirentes devem ser contratados separadamente.



Outro ponto importante é que as subadquirentes possuem maior flexibilidade nas negociações de taxas, na criação de aplicativos para estabelecimentos ou até mesmo no retorno de parte do valor conhecido como cash back, parcelamento de débitos liquidadas à vista com mais de um cartão de crédito, split de pagamentos ou ainda maquinetas customizadas com a logomarca do estabelecimento como atualmente oferecido pela CredPay a seus clientes.



Assim, estabelecimentos comerciais, dentre estes os Postos de Combustíveis, devem escolher a melhor opção para seu negócio promovendo assim mecanismos completos para reforçar o relacionamento, a fidelização, a valorização da sua imagem e a diferenciação de posicionamento junto aos seus clientes e ao mercado em geral."



Eduardo Silva, sócio da Netz, tem forte experiencia na área financeira, tendo trabalhado em diversas instituições financeiras de renome nacional.




Publicado por Vinícius Antunes Costa
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